UE e Reino Unido estendem sanções contra a Rússia por mais seis meses

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Sanções abalaram a economia da Rússia, mas país tem resistido melhor que o esperado às medidas adotadas pelos países ocidentais após a invasão da Ucrânia Sanções atrapalham Rússia a repor armamento.
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A União Europeia (UE) decidiu nesta terça-feira renovar suas sanções contra a Rússia por mais seis meses, até o final de janeiro de 2023. A decisão foi formalizada pelos ministros de Energia do bloco e se referem a sanções introduzidas pela primeira vez em 2014, devido à anexação da península ucraniana Crimeia por Moscou, e ampliadas significativamente após a invasão da Ucrânia.
A UE já aplicou sete rodadas de sanções contra a Rússia e pessoas ligadas ao governo de Vladimir Putin. As proibições vão desde o congelamento de ativos russos no exterior, passando pela proibição da importação de ouro do país, até o veto a barcos que transportem petróleo da Rússia. O gás do país, necessário para diversos países da UE, foram excluídos das sanções.
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O governo do Reino Unido também anunciou que vai estender suas proibições contra Moscou e publicou uma nova lista de sanções que inclui uma série de políticos russos e dois sobrinhos do magnata dos metais Alisher Usmanov, além de vários oficiais militares sírios ligados à guerra na Ucrânia.
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As sanções abalaram a economia da Rússia, mas uma previsão atualizada da agência Bloomberg prevê que o produto interno bruto do país encolherá apenas 3,5% este ano. O número é muito menor do que a previsão do Fundo Monetário Internacional, que atualizou hoje suas projeções para a economia global, de uma queda de 6% do PIB russo.

Fonte: G1 Mundo