Essa secura, além de causar incômodo, provoca problemas de saúde como narinas e olhos ressecados, dores de garganta, sintomas gripais, dores de cabeça e alergias. Tempo seco aumenta número de sintomas gripais e UBS ficam lotadas em Palmas
Temperatura instável, tempo seco e umidade relativa do ar cada vez mais baixa. Essa secura, além de causar incômodo, provoca problemas de saúde como narinas e olhos ressecados, dores de garganta, sintomas gripais, dores de cabeça e alergias. Em Palmas, as unidades básicas de saúde já registram aumento na demanda de pacientes.
A menina Ana Sophia está com sintomas gripais há três dias. A mãe ficou preocupada porque, mesmo com os remédios, a pequena não está melhorando. “Ela está dando febre, vomitando e tossindo”, disse a mãe Diná.
O médico de saúde da família, Gabriel Sampaio, explicou a diferença entre os quadros gripais.
“A gripe mexe mais com a parte física do corpo, o paciente fica mais acamado, mais prostrado, fraco, com dores musculares. Enquanto o resfriado não apresenta tanta febre, é um quadro mais brando, mais fraco. Ele [paciente] consegue fazer suas atividades do dia a dia. Quanto à sinusite, que é uma infecção de vias aéreas superiores, tem a ver com o tempo de duração, como se fosse uma gripe mais arrastada”.
O desconforto é ainda maior para pessoas que já têm doenças respiratórias como asma, rinite alérgica ou bronquite crônica, que ficam propensas ao agravamento dos quadros.
A servidora pública Waléria Figueiredo está com dor de garganta, rouquidão e mal estar há 15 dias. Foi ao médico e procurou o diagnóstico de rinite. “Tem mais ou menos uns 15 dias que começaram os sintomas de uma rinite alérgica, que começa com uma coriza, dor de cabeça, os olhos coçam bastante e ficam lacrimejando”.
O quadro se agravou nos últimos dias. “Desde sexta-feira, começaram sintomas diferentes, tosse mais produtiva, sensação da cabeça mais pesada, nariz congestionado”.
O aumento repentino de pacientes com síndromes gripais tem várias causas. “No meio do ano, a temperatura é um pouco mais baixa, é um pouco mais seco no Tocantins e, com a liberação do uso das máscaras e a volta das aglomerações, faz com que as pessoas ficam suscetíveis a infecções respiratórias”, explicou o médico Gabriel Sampaio.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Temperatura instável, tempo seco e umidade relativa do ar cada vez mais baixa. Essa secura, além de causar incômodo, provoca problemas de saúde como narinas e olhos ressecados, dores de garganta, sintomas gripais, dores de cabeça e alergias. Em Palmas, as unidades básicas de saúde já registram aumento na demanda de pacientes.
A menina Ana Sophia está com sintomas gripais há três dias. A mãe ficou preocupada porque, mesmo com os remédios, a pequena não está melhorando. “Ela está dando febre, vomitando e tossindo”, disse a mãe Diná.
O médico de saúde da família, Gabriel Sampaio, explicou a diferença entre os quadros gripais.
“A gripe mexe mais com a parte física do corpo, o paciente fica mais acamado, mais prostrado, fraco, com dores musculares. Enquanto o resfriado não apresenta tanta febre, é um quadro mais brando, mais fraco. Ele [paciente] consegue fazer suas atividades do dia a dia. Quanto à sinusite, que é uma infecção de vias aéreas superiores, tem a ver com o tempo de duração, como se fosse uma gripe mais arrastada”.
O desconforto é ainda maior para pessoas que já têm doenças respiratórias como asma, rinite alérgica ou bronquite crônica, que ficam propensas ao agravamento dos quadros.
A servidora pública Waléria Figueiredo está com dor de garganta, rouquidão e mal estar há 15 dias. Foi ao médico e procurou o diagnóstico de rinite. “Tem mais ou menos uns 15 dias que começaram os sintomas de uma rinite alérgica, que começa com uma coriza, dor de cabeça, os olhos coçam bastante e ficam lacrimejando”.
O quadro se agravou nos últimos dias. “Desde sexta-feira, começaram sintomas diferentes, tosse mais produtiva, sensação da cabeça mais pesada, nariz congestionado”.
O aumento repentino de pacientes com síndromes gripais tem várias causas. “No meio do ano, a temperatura é um pouco mais baixa, é um pouco mais seco no Tocantins e, com a liberação do uso das máscaras e a volta das aglomerações, faz com que as pessoas ficam suscetíveis a infecções respiratórias”, explicou o médico Gabriel Sampaio.
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Fonte: G1 Tocantins