Polícia conclui que ex-companheiro matou técnica de enfermagem e tirou a própria vida no TO

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Aliny Pereira de Ornelas, de 25 anos, foi assassinada em Arraias
Reprodução/Instagram Aliny Pereira
O inquérito sobre a morte da técnica de enfermagem Aliny Pereira de Ornelas foi finalizado nesta sexta-feira (3). Segundo as investigações, Edivaldo Teixeira Chaves, assassinou a vítima por não aceitar o fim do relacionamento. O suspeito cometeu suicídio após o crime.
O g1 não conseguiu contato com a família e representantes de Edivaldo Teixeira.
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O caso aconteceu no dia 20 de novembro de 2025, em Arraias, dois meses após o término do relacionamento do casal. Na época, a Aliny foi até a casa onde convivia com o ex-companheiro. O corpo dela foi encontrado após familiares perceberem a ausência de contato da jovem.
Segundo a polícia, os parentes foram até a casa e encontraram os corpos de Aliny e Edivaldo na cozinha. A jovem teve várias perfurações de faca no corpo e o suspeito foi localizado com um disparo de arma de fogo na cabeça.
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A polícia afirmou que o inquérito confirmou o caso de feminicídio praticado em contexto de violência doméstica. O documento foi encaminhado ao Ministério Público e Poder Judiciário.
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Perseguição
As investigações apontaram que Edivaldo chegou a ir atrás da ex-companheira várias vezes após o fim do relacionamento, incluindo o local de trabalho. Na época, a irmã Darline Ornelas, contou que Aliny morava em Campos Belos (GO) para ficar longe do ex.
“Eles se separaram há dois meses e ela se mudou para Campos Belos (GO) para evitar contato com o mesmo. Ele sempre ia atrás dela. Ela tentou o máximo possível se afastar dele. E manter ele afastado dela e da gente”.
A jovem havia retonado a Arraias por causa de uma parente que estava doente. A técnica de enfermagem e o suspeito moravam juntos em Arraias. Os dois eram vizinhos da família de Aliny.
“Ele sempre foi muito ignorante com ela, tanto em casa quanto em alguns locais na frente de colegas. Ele já tinha tudo planejado em mente. Só esperou uma oportunidade na qual ela estivesse sozinha para cometer o ato”.
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Fonte: G1 Tocantins