Tedros Adhanom Ghebreyesus, também repetiu seu apelo por uma maior equidade global na distribuição e acesso às vacinas contra o coronavírus. Ao menos 36 nações não chegam a 10% da população vacinada. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em entrevista coletiva na sede da agência em foto de arquivo
Christopher Black/OMS/Reuters
A variante ômicron do coronavírus, que é mais infecciosa, parece provocar formas menos graves da doença do que a delta, mas não deve ser classificada como “leve”, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (6).
Durante uma entrevista coletiva, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também repetiu seu apelo por uma maior equidade global na distribuição e acesso às vacinas contra o coronavírus.
Ele alertou que, com base na taxa atual de distribuição de vacinas, 109 países não cumprirão a meta da OMS de que 70% da população mundial seja totalmente vacinada até julho. Esse objetivo é visto como uma ajuda fundamental para encerrar a fase aguda da pandemia.
Outra variante – rotulada como IHU e registrada pela primeira vez em setembro de 2021 – está entre as que estão sendo monitoradas pela OMS, mas não está circulando amplamente, disse a líder técnica da OMS no Covid-19, Maria Van Kerkhove.
Existem duas categorias de maior importância que a OMS usa para rastrear variantes: “variante de preocupação”, que inclui delta e ômicron, e “variante de interesse”.
Falando na mesma coletiva em Genebra, o conselheiro da OMS, Bruce Aylward, disse que 36 nações nem mesmo alcançaram 10% de cobertura de vacinação. Entre os pacientes graves em todo o mundo, 80% não foram vacinados, acrescentou.
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Fonte: G1 Mundo
