Neste sábado (14), manifestação convocada por partidos de oposição e pelo grupo anticorrupção Bandeiras Negras ocupou o centro da cidade israelense e reivindicou a renúncia do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Netanyahu volta ao poder com governo mais conservador da história de Israel
Milhares de israelenses se manifestaram neste sábado (14) no centro de Tel Aviv para expressar sua rejeição às políticas da coalizão governista, composta por partidos de direita, extrema-direita e ultraortodoxos judeus.
Os partidos de centro, de esquerda e a aliança dos partidos árabes Hadash Taal haviam convocado os israelenses a se manifestarem, em particular contra a reforma da justiça apresentada em 4 de janeiro pelo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, alvo de vários processos por suposta corrupção.
Ex-primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu afirmou que fechou acordo pra formar um novo governo
Neste sábado, os manifestantes atenderam ao chamado de uma organização anticorrupção, os Bandeiras Negras, e exigiram “salvar a democracia” e impedir a “derrubada do regime” político em vigor em Israel desde a criação do país em 1948. Também reivindicam a renúncia do chefe do governo.
A eles se juntaram outros grupos descontentes, como opositores da colonização israelense na Cisjordânia e movimentos de defesa dos direitos LGBTQ, preocupados com a presença no governo de ministros abertamente homofóbicos.
Milhares de israelenses se manifestaram neste sábado (14) no centro de Tel Aviv para expressar sua rejeição às políticas da coalizão governista, composta por partidos de direita, extrema-direita e ultraortodoxos judeus.
Os partidos de centro, de esquerda e a aliança dos partidos árabes Hadash Taal haviam convocado os israelenses a se manifestarem, em particular contra a reforma da justiça apresentada em 4 de janeiro pelo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, alvo de vários processos por suposta corrupção.
Ex-primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu afirmou que fechou acordo pra formar um novo governo
Neste sábado, os manifestantes atenderam ao chamado de uma organização anticorrupção, os Bandeiras Negras, e exigiram “salvar a democracia” e impedir a “derrubada do regime” político em vigor em Israel desde a criação do país em 1948. Também reivindicam a renúncia do chefe do governo.
A eles se juntaram outros grupos descontentes, como opositores da colonização israelense na Cisjordânia e movimentos de defesa dos direitos LGBTQ, preocupados com a presença no governo de ministros abertamente homofóbicos.
Fonte: G1 Mundo