Para o Ministério Público, motivação do crime foi rivalidade entre facções criminosas. Diante da Justiça o tatuador Leonardo Castro de Sousa alegou ter agido em legítima defesa. O tatuador Leonardo Castro de Sousa, de 22 anos, foi condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de prisão pelo assassinato do jovem Henrique das Missões Leite em Palmas. O crime foi em fevereiro de 2021 no Jardim Aureny I. Segundo o Ministério Público, Leonardo Castro é integrante de uma facção criminosa e teria matado Henrique por acreditar que ele pertencia a um grupo rival.
O g1 não conseguiu localizar a defesa de Leonardo Castro de Sousa para comentar o caso. Durante o julgamento, ele confessou ter cometido o crime, mas disse que atirou contra a vítima em legítima defesa. O argumento não convenceu os jurados, que optaram pela condenação por homicídio qualificado.
Conforme o promotor de Justiça André Ramos Varanda, a vítima caminhava tranquilamente pela rua na noite do crime, quando foi surpreendido por Leonardo Castro, que efetuou vários disparos. A situação caracterizou homicídio qualificado por uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Henrique foi hospitalizado, mas morreu dias depois.
A condenação foi definida em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta quarta-feira (23). Leonardo Castro já estava preso desde a época do crime quando foi capturado pela Polícia Militar. Ele não terá o direito de responder em liberdade e retornou para a Unidade Penal de Palmas.
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O g1 não conseguiu localizar a defesa de Leonardo Castro de Sousa para comentar o caso. Durante o julgamento, ele confessou ter cometido o crime, mas disse que atirou contra a vítima em legítima defesa. O argumento não convenceu os jurados, que optaram pela condenação por homicídio qualificado.
Conforme o promotor de Justiça André Ramos Varanda, a vítima caminhava tranquilamente pela rua na noite do crime, quando foi surpreendido por Leonardo Castro, que efetuou vários disparos. A situação caracterizou homicídio qualificado por uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Henrique foi hospitalizado, mas morreu dias depois.
A condenação foi definida em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta quarta-feira (23). Leonardo Castro já estava preso desde a época do crime quando foi capturado pela Polícia Militar. Ele não terá o direito de responder em liberdade e retornou para a Unidade Penal de Palmas.
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Fonte: G1 Tocantins