Equipes estão nas ruas cumprindo um mandado de prisão e 10 de busca e apreensão em várias cidades. Organização criminosa teria aliciado alguns indígenas para participar dos crimes. A Polícia Federal do Tocantins faz na manhã desta quarta-feira (9) uma operação pra combater o desmatamento ilegal no território indígena do povo Xerente, em Tocantínia, a 85 quilômetros de Palmas. A investigação começou após uma série de flagrantes e apreensões de órgãos ambientais na região. As equipes da PF trabalham para cumprir um mandado de prisão e ainda ordens de busca e apreensão em 10 endereços.
A operação foi autorizada pelo juiz João Paulo Abe, da 4ª vara da Justiça Federal do Tocantins. O g1 e a TV Anhanguera tiveram acesso à decisão. O documento afirma que a PF viu indícios de extração em larga escala de madeira com alto valor comercial, principalmente em uma região conhecida como Mata Grande.
Há mandados nas cidades de Tocantínia, Miranorte, Miracema, Palmas e Divinópolis. O alvo do mandado de prisão é suspeito de chefiar o esquema e aliciar os indígenas. Endereços ligados a alguns dos indígenas também devem ser alvo de buscas, por suspeita de que eles teriam colaborado com os crimes.
Ainda conforme a decisão, imagens de satélite indicaram que o houve redução da cobertura da vegetação nativa e construção de acessos no interior da mata.
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A operação foi autorizada pelo juiz João Paulo Abe, da 4ª vara da Justiça Federal do Tocantins. O g1 e a TV Anhanguera tiveram acesso à decisão. O documento afirma que a PF viu indícios de extração em larga escala de madeira com alto valor comercial, principalmente em uma região conhecida como Mata Grande.
Há mandados nas cidades de Tocantínia, Miranorte, Miracema, Palmas e Divinópolis. O alvo do mandado de prisão é suspeito de chefiar o esquema e aliciar os indígenas. Endereços ligados a alguns dos indígenas também devem ser alvo de buscas, por suspeita de que eles teriam colaborado com os crimes.
Ainda conforme a decisão, imagens de satélite indicaram que o houve redução da cobertura da vegetação nativa e construção de acessos no interior da mata.
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Fonte: G1 Tocantins