Palmas tem queda no índice de infestação do mosquito Aedes aegypti

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Índice ficou em 0,3%, considerado satisfatório e com baixo risco de transmissão de doenças. Queda coincide com período de estiagem e a população não pode vacilar. Há mais casos de dengue na região norte de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
O último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) feito pela Unidade de Controle de Vigilância de Zoonoses (UVCZ) de Palmas mostrou que a houve uma grande redução do índice de infestação predial pelo mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, zika e chikungunya.
O levantamento foi realizado entre os dias 27 de junho e 1º de julho e divulgado nesta sexta-feira (8). Conforme as análises, Palmas teve um índice de infestação de apenas 0,3%.
No final de junho, a capital chegou a te um índice de infestação de 2,7%. Segundo o município, o ideal é que o percentual fique abaixo de 1. Deste modo, a capital encontra-se em situação satisfatória, com baixo risco de transmissão de doenças pelo mosquito.
Essa queda coincide com o período mais seco do ano, onde a temperatura aumenta e a umidade do ar cai significativamente, além de chover. Além disso, o município também tem executado ações para reduzir o nível de infestação do mosquito como a entrada em casas abandonadas e o uso do fumacê.
Fumacê será aplicado nas quadras com maior incidência da dengue
Raíza Ribeiro/Secom Palmas/Divulgação
Em 2022 o Tocantins tem alcançado números alarmantes da dengue. Foram 15.175 diagnósticos até o início desta semana, além de cinco mortes no estado. De acordo com o último boletim municipal, Palmas teve 9.352 casos confirmados da doença.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), embora o resultado esteja satisfatório é fundamental continuar com as ações de prevenção e de educação em saúde neste período não chuvoso.
Veja ações para combater o mosquito Aedes aegypti:
Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
Mantenha lixeiras tampadas;
Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
Mantenha ralos fechados e desentupidos;
Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
Retire a água acumulada em lajes;
Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.
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Fonte: G1 Tocantins