Homem é condenado por esfaquear e marcar com ‘X’ jovem que terminou relação ao descobrir que ele tinha outras duas namoradas

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Crime aconteceu em 2015 em Ananás, no norte do Tocantins, e homem foi preso após ficar cinco anos foragido. Ele foi condenado a 11 anos de prisão. Um homem que tentou matar a ex-namorada em Ananás por não aceitar o fim do relacionamento foi condenado a 11 anos de prisão. Conforme as investigações, a vítima foi esfaqueada. A sentença informa que além de dar sete golpes de faca na mulher, Leonardo de Sousa Silva ainda teria feito um ‘x’ com no corpo da vítima para deixá-la marcada.
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A tentativa de homicídio aconteceu em janeiro de 2014 e o condenado ficou foragido por cerca de 5 anos. No dia do crime a vítima estava em casa com o filho de 1 ano e 10 meses. Ela foi socorrida e sobreviveu aos ataques. O g1 não localizou a defesa do condenado.
Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPTO), o homem cometeu o crime após a vítima descobrir o relacionamento dele com outras duas mulheres. A mulher, que namorava com o condenado há dois meses, resolveu terminar o namoro por causa das traições.
Durante o interrogatório o homem confirmou que na época do crime tinha três namoradas e admitiu que tentou matar a mulher porque suspeitou que ela havia começado um novo relacionamento.
Segundo o MPTO, Leonardo afirmou que “se sentiu traído”, mas a vítima negou e disse que estava solteira. “Inconformado com a suposta ‘traição’ e com a decisão da vítima de romper o namoro, o acusado foi até a sua casa e desferiu diversos golpes de faca pelo seu corpo, tendo ainda feito um “x”, com objetivo de deixá-la marcada”, disse o órgão.
As investigações apontam que no dia anterior o condenado ligou para a ex e fez ameaças dizendo que se ela não ficasse com ele não ficaria com mais ninguém.
O réu foi condenado por tentativa de homicídio e teve a pena agravada por utilizar recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por ter cometido o crime por meio cruel. “Como o crime ocorreu antes de 2015, quando entrou em vigor a lei que instituiu o feminicídio, o Ministério Público não pôde incluir na denúncia a qualificadora de tentativa de feminicídio, o que poderia elevar ainda mais a punição”, explicou o MPTO.
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Fonte: G1 Tocantins