Polícia Civil registrou dez casos de vítimas que caíram em golpe. Durante atendimento falso os criminosos pedem cartões e documentos das vítimas. Moradores de Miranorte, na região central do estado, estão sendo vítimas de criminosos se passando por agentes de saúde. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos se aproveitam deste recurso para enganar e subtrair dinheiro da população, principalmente dos idosos. Nos últimos dias houve registro de dez casos.
Os crimes estão sendo investigados pela 66ª Delegacia de Polícia Civil de Miranorte. “O autor vai até a casa da vítima, geralmente pessoas idosas, ou de pouca instrução e a pretexto de realizar ou atualizar cadastros de programas federais, pedem o cartão bancário das vítimas e o CPF”, explicou o delegado Pedro Henrique Felix Bernardes.
Segundo a polícia, os criminosos trocam os cartões das vítimas ou copiam as senhas, muitas vezes anotada no verso pelos idosos. Depois fazem saques, compras e até empréstimos no nome das vítimas.
Em alguns casos o suspeito não consegue ter acesso aos documentos das vítimas, mas entra na casa e acaba subtraindo dinheiro e outros bens. “Os agentes de saúde ou outros profissionais do gênero sempre andam devidamente identificados e nunca pedem cartões bancários ou outro documento a fim de realizar recadastramento de programas sociais ou atualização bancária”, disse o delegado.
Em caso de dúvidas sobre a identidade de quem se apresentar como servidor público a população deve ligar para a Polícia Civil ou Militar.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Os crimes estão sendo investigados pela 66ª Delegacia de Polícia Civil de Miranorte. “O autor vai até a casa da vítima, geralmente pessoas idosas, ou de pouca instrução e a pretexto de realizar ou atualizar cadastros de programas federais, pedem o cartão bancário das vítimas e o CPF”, explicou o delegado Pedro Henrique Felix Bernardes.
Segundo a polícia, os criminosos trocam os cartões das vítimas ou copiam as senhas, muitas vezes anotada no verso pelos idosos. Depois fazem saques, compras e até empréstimos no nome das vítimas.
Em alguns casos o suspeito não consegue ter acesso aos documentos das vítimas, mas entra na casa e acaba subtraindo dinheiro e outros bens. “Os agentes de saúde ou outros profissionais do gênero sempre andam devidamente identificados e nunca pedem cartões bancários ou outro documento a fim de realizar recadastramento de programas sociais ou atualização bancária”, disse o delegado.
Em caso de dúvidas sobre a identidade de quem se apresentar como servidor público a população deve ligar para a Polícia Civil ou Militar.
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Fonte: G1 Tocantins