Cadelinha que integra núcleo de operações dos Bombeiros da Bahia se torna 1ª da corporação a receber Certificação Nacional de Cães

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Cristal tem experiência em encontrar vestígios de restos mortais. Cadelinha que integra o núcleo de operações dos Bombeiros da Bahia se torna 1ª da corporação a receber Certificação Nacional de Cães
Arte g1
Com apenas 2 anos e bastante atitude, Cristal, cadelinha forense que integra o Núcleo de Operações com Cães (NOC) do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM), se tornou a primeira da corporação baiana a receber a Certificação Nacional de Cães.
Para ser certificada no treinamento promovido pelo Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom) e pelo Comitê de Busca, Resgate e Salvamento com Cães (Conabresc), a Cocker Spaniel passou por uma prova em três etapas: trabalhar a busca através do faro apurado, a obediência e as habilidades específicas, passando por alguns aparelhos.
Conforme o comandante do NOC dos Bombeiros, tenente Romualdo Costa Filho, o treinamento da cadela foi constante, para que ela pudesse enfrentar a prova final, considerada a “cereja do bolo”. A última etapa do treinamento de Cristal aconteceu no Mato Grosso.
“Não paramos nunca de treiná-la, seja nas ações em que ela participa, ou no dia a dia. Depois que chegamos nessa certificação seguimos para a fase de manutenção do processo de formação do cão para que ela se mantenha numa constante e continue sempre melhorando”, disse.
A prova também garantiu à sua condutora, a soldado Catharina Bonfim, lotada no 3º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM/Iguatemi), o reconhecimento.
Romualdo Filho detalhou que essa não será a primeira prova em que a pequena participará.
“Daqui há uns dois anos iremos precisar recertificá-la, pois é necessário que os órgãos que regulamentam o cão entendam que ela estará sempre pronta para a atuação”, disse.
Atuação
O trabalho de Cristal no NOC é bastante desafiador, o que a torna única na Bahia. Ela é a integrante forense da equipe e tem experiência em encontrar vestígios de restos mortais.
A atuação da pequena é bastante específica e a sua raça, boa para a atividade, dá ainda mais suporte nas grandes ocorrências
“Ela foi fundamental para o nosso trabalho de busca em nos casos em que as fortes chuvas atingiram a Bahia e o estado de Pernambuco. Nós atuamos com Cristal em Amargosa, no final de 2021, e em Recife, no começo desse ano com sucesso”, finalizou o tenente.
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Fonte: G1 Entretenimento