Origens da arte brasileira estão naquela região, de onde traficantes de escravos levavam pessoas para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no Brasil do século 16. ONG Gingando Pela Paz oferece a jovens sem-teto de Goma espaço seguro, longe da violência e estupros frequentes. Brasileiros ensinam capoeira a jovens na República Democrática do Congo
O líder de gangue de rua Gloire Balume lança um chute de capoeira em seu amigo, que se abaixa e bloqueia a perna ameaçadora, antes de responder com um chute habilidoso.
A cidade de Goma, no leste da República Democrática do Congo, vive sua dose de violência, mas esta luta de rua visa algo diferente: promover a autoconfiança e a cura social.
Balume e seus amigos estão praticando capoeira, uma arte marcial brasileira sem contato que combina dança, acrobacia e música.
Balume, de 21 anos, mora nas ruas de Goma há 13 anos, desde que seus pais se separaram e seu pai morreu.
Como líder de seu grupo de amigos, que se autodenominam Gangue do Fogo, ele espera que a capoeira os ajude a realizar seus sonhos de se tornarem um grupo musical profissional.
“A capoeira é importante para mim”, diz. “Digo a mim mesmo que quando for bom na capoeira, farei algumas músicas e vídeos onde pratico, e isso vai me ajudar muito no futuro”.
As origens da capoeira estão no Reino do Congo, de onde os traficantes de escravos portugueses levavam sua carga humana para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no Brasil no século 16.
A arte foi desenvolvida por comunidades escravas como uma forma de resistência, que poderia alimentar o empoderamento emocional e espiritual. Reconhecendo seu poder, as autoridades a baniram por várias décadas após a abolição da escravidão.
Agora, uma ONG brasileira, a Gingando Pela Paz (GPP), trouxe a capoeira de volta ao Congo, oferecendo aos jovens sem-teto um espaço seguro, longe da violência e estupros frequentes, onde eles podem viver, brincar e socializar, diz Flavio Saudade, que trabalha para a GPP.
“Essas crianças de rua são invisíveis na comunidade”, diz Saudade. “A maioria deles vive apenas no presente. A capoeira dá a eles alguém para guiá-los e os ajuda a olhar para o futuro. Dá a eles a chance de sonhar”.
O líder de gangue de rua Gloire Balume lança um chute de capoeira em seu amigo, que se abaixa e bloqueia a perna ameaçadora, antes de responder com um chute habilidoso.
A cidade de Goma, no leste da República Democrática do Congo, vive sua dose de violência, mas esta luta de rua visa algo diferente: promover a autoconfiança e a cura social.
Balume e seus amigos estão praticando capoeira, uma arte marcial brasileira sem contato que combina dança, acrobacia e música.
Balume, de 21 anos, mora nas ruas de Goma há 13 anos, desde que seus pais se separaram e seu pai morreu.
Como líder de seu grupo de amigos, que se autodenominam Gangue do Fogo, ele espera que a capoeira os ajude a realizar seus sonhos de se tornarem um grupo musical profissional.
“A capoeira é importante para mim”, diz. “Digo a mim mesmo que quando for bom na capoeira, farei algumas músicas e vídeos onde pratico, e isso vai me ajudar muito no futuro”.
As origens da capoeira estão no Reino do Congo, de onde os traficantes de escravos portugueses levavam sua carga humana para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no Brasil no século 16.
A arte foi desenvolvida por comunidades escravas como uma forma de resistência, que poderia alimentar o empoderamento emocional e espiritual. Reconhecendo seu poder, as autoridades a baniram por várias décadas após a abolição da escravidão.
Agora, uma ONG brasileira, a Gingando Pela Paz (GPP), trouxe a capoeira de volta ao Congo, oferecendo aos jovens sem-teto um espaço seguro, longe da violência e estupros frequentes, onde eles podem viver, brincar e socializar, diz Flavio Saudade, que trabalha para a GPP.
“Essas crianças de rua são invisíveis na comunidade”, diz Saudade. “A maioria deles vive apenas no presente. A capoeira dá a eles alguém para guiá-los e os ajuda a olhar para o futuro. Dá a eles a chance de sonhar”.
Fonte: G1 Mundo