Em uma rede social, presidente não citou Vladimir Putin nem a invasão das tropas russas ao território ucraniano. Brasil condenou a invasão no Conselho de Segurança da ONU. O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (26) em uma rede social que o Brasil defende a soberania e a integridade dos países e que seu governo está focado em contribuir para uma “resolução pacífica do conflito” entre Rússia e Ucrânia.
A Rússia invadiu a Ucrânia na madrugada de quinta-feira (24), na maior ofensiva militar registrada na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A invasão já dura três dias.
No texto, Bolsonaro, mais uma vez, não fez uma crítica direta à Rússia, à invasão ou ao presidente Vladimir Putin. Ele somente declarou que a posição do Brasil em “defesa da soberania, da autodeterminação e da integridade territorial” dos países “sempre foi clara e está sendo comunicada” por meio de canais adequados, como o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
“A posição do Brasil em defesa da soberania, da auto-determinação e da integridade territorial dos Estados sempre foi clara e está sendo comunicada através dos canais adequados para isso, como o Conselho de Segurança da ONU, e por meio de pronunciamentos oficiais”, escreveu o presidente.
“Volto a afirmar que eu e meu governo estamos focados em garantir a segurança do nosso país, proteger os interesses do nosso povo, auxiliar os cidadãos brasileiros que se encontram nas regiões conflagradas e contribuir para uma resolução pacífica do conflito”, concluiu.
Conselho da ONU
O Brasil condenou a invasão da Rússia ao território da Ucrânia durante seu voto no Conselho de Segurança das Nações Unidas na sexta-feira (25).
Representante do Brasil na ONU, o embaixador Ronaldo Costa Filho disse que o Conselho de Segurança deveria agir urgentemente diante da agressão da Rússia. O diplomata afirmou que não há outra alternativa além da diplomacia e apelou pela “cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático”.
Costa Filha ainda declarou que o Brasil tentou manter uma posição de equilíbrio, mas que “o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual”.
Durante a reunião, a Rússia vetou uma resolução do Conselho que serviria para condenar a invasão da Ucrânia – e foi o único país (dos 15 membros) a votar contra, mas seu voto teve poder de veto.
Histórico
Bolsonaro, que na semana passada esteve com Putin em Moscou, tem sido criticado por não condenar a invasão à Ucrânia, a exemplo do que presidentes e primeiros-ministros de outros países já fizeram. No encontro com Putin, Bolsonaro disse declarou ser ‘solidário’ à Rússia, mas sem especificar o motivo.
O voto na ONU, por exemplo, foi a segunda manifestação oficial do Brasil sobre a guerra. Na quinta-feira (24), o vice-presidente Hamilton Mourão disse que não concordava com a invasão, mas foi desautorizado por Bolsonaro durante uma transmissão pela internet.
A Rússia invadiu a Ucrânia na madrugada de quinta-feira (24), na maior ofensiva militar registrada na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A invasão já dura três dias.
No texto, Bolsonaro, mais uma vez, não fez uma crítica direta à Rússia, à invasão ou ao presidente Vladimir Putin. Ele somente declarou que a posição do Brasil em “defesa da soberania, da autodeterminação e da integridade territorial” dos países “sempre foi clara e está sendo comunicada” por meio de canais adequados, como o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
“A posição do Brasil em defesa da soberania, da auto-determinação e da integridade territorial dos Estados sempre foi clara e está sendo comunicada através dos canais adequados para isso, como o Conselho de Segurança da ONU, e por meio de pronunciamentos oficiais”, escreveu o presidente.
“Volto a afirmar que eu e meu governo estamos focados em garantir a segurança do nosso país, proteger os interesses do nosso povo, auxiliar os cidadãos brasileiros que se encontram nas regiões conflagradas e contribuir para uma resolução pacífica do conflito”, concluiu.
Conselho da ONU
O Brasil condenou a invasão da Rússia ao território da Ucrânia durante seu voto no Conselho de Segurança das Nações Unidas na sexta-feira (25).
Representante do Brasil na ONU, o embaixador Ronaldo Costa Filho disse que o Conselho de Segurança deveria agir urgentemente diante da agressão da Rússia. O diplomata afirmou que não há outra alternativa além da diplomacia e apelou pela “cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático”.
Costa Filha ainda declarou que o Brasil tentou manter uma posição de equilíbrio, mas que “o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual”.
Durante a reunião, a Rússia vetou uma resolução do Conselho que serviria para condenar a invasão da Ucrânia – e foi o único país (dos 15 membros) a votar contra, mas seu voto teve poder de veto.
Histórico
Bolsonaro, que na semana passada esteve com Putin em Moscou, tem sido criticado por não condenar a invasão à Ucrânia, a exemplo do que presidentes e primeiros-ministros de outros países já fizeram. No encontro com Putin, Bolsonaro disse declarou ser ‘solidário’ à Rússia, mas sem especificar o motivo.
O voto na ONU, por exemplo, foi a segunda manifestação oficial do Brasil sobre a guerra. Na quinta-feira (24), o vice-presidente Hamilton Mourão disse que não concordava com a invasão, mas foi desautorizado por Bolsonaro durante uma transmissão pela internet.
Fonte: G1 Mundo