Três suspeitos de invadir casa e matar criança com tiro no pescoço são identificados; dois deles teriam envolvimento na morte de motoboy

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Trio já estava em presídio de Palmas por outros crimes. Padastro do menino chegou a ser socorrido, mas morreu no Hospital Geral de Palmas (HGP). Crime aconteceu em uma casa do Jardim Aureny I, em março. Corpo da criança estava dentro de um dos quartos, informou a Polícia Civil
Arthur Girão/g1 Tocantins
Três homens suspeitos de invadir uma casa e matar o menino Carlos André Costa Soares, de 5 anos, com um tiro no pescoço foram identificados. O crime aconteceu dentro de uma casa no Jardim Aureny I, em Palmas, em março deste ano. O padrasto da criança, Daniel Silva do Nascimento, de 22 anos, também foi baleado e morreu cinco dias depois, no Hospital Geral de Palmas (HGP). Dois deles teriam participado de emboscada para matar motoboy.
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Por volta das 16h do 30 de março, homens invadiram a casa e abriram fogo contra quem estava dentro. Na época, também foram atingidos o irmão de Daniel, um adolescente de 17 anos, e a irmã de 7 anos do menino Carlos André. Eles sobreviveram ao ataque.
Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra um homem de 33 anos e outro dois de 21 anos. Os três já estavam presos na Unidade Penal de Palmas antes mesmo do cumprimento dos mandados.
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Reprodução/TV Anhanguera
Dois deles estavam respondendo por outros crimes e um seria solto na quinta-feira (13) após o fim da prisão temporária pedida justamente na investigação sobre o caso do Aureny I. Para evitar que ele voltasse para as ruas, a prisão preventiva foi requerida e autorizada pela Justiça.
Além dos homicídios, os três suspeitos vão responder por duas tentativas de homicídio contra o irmão de Daniel e de 7 anos.
Três homens suspeitos de invadir uma casa e matar o menino Carlos André Costa Soares, de 5 anos, com um tiro no pescoço foram identificados. O crime aconteceu dentro de uma casa no Jardim Aureny I, em Palmas, em março deste ano. O padrasto da criança, Daniel Silva do Nascimento, de 22 anos, também foi baleado e morreu cinco dias depois, no Hospital Geral de Palmas (HGP).
Por volta das 16h do 30 de março, homens invadiram a casa e abriram fogo contra quem estava dentro. Na época, também foram atingidos o irmão de Daniel, um adolescente de 17 anos, e a irmã de 7 anos do menino Carlos André. Eles sobreviveram ao ataque.
Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra um homem de 33 anos e outro dois de 21 anos. Os três já estavam presos na Unidade Penal de Palmas antes mesmo do cumprimento dos mandados. Mas dois deles estavam respondendo por outros crimes e um seria solto na quinta-feira (13) após o fim da prisão temporária pedida justamente na investigação sobre o caso do Aureny I. Para evitar que ele fosse solto, a prisão preventiva foi requerida e autorizada.
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Arthur Girão/g1 Tocantins
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O crime
A Polícia Civil apurou que no dia do crime, dois dos suspeitos abordaram a mãe de Carlos André na porta da casa, para saber quem estava no local. Eles estariam procurando integrantes de um grupo criminoso rival.
Quando ela disse quem estava na casa, eles entraram se identificando como policiais e fizeram com que todos colocassem a mão na cabeça. O irmão de Daniel teria percebido a situação e não obedeceu. Assim os suspeitos abriram fogo dentro da casa. A esposa de Daniel teria pedido que eles não ferissem os filhos que estavam com ela. Depois dos tiros, fugiram do local.
Carlos André foi atingido no pescoço e morreu dentro de um dos quartos da casa. Conforme as marcas, a perícia apontou que o menino teria corrido com medo, mas mesmo assim foi baleado.
Daniel foi atingido com tiros e foi internado no HGP, mas morreu no dia 5 de abril deste ano. O irmão de Daniel chegou a pular o muro da casa para tentar fugir, mas acabou sendo resgatado e também levado para o HGP.
A investigação também descobriu que um terceiro homem estava na casa. Mas ele conseguiu se esconder embaixo de uma cama e não se feriu. Já a mãe das crianças também saiu ilesa e acompanhou a menina de 7 anos em atendimento na Unidade Pronto Atendimento (UPA Sul).
Investigação e outra morte
Com ajuda de câmeras de segurança da região, a Polícia Civil descobriu que um carro branco que passou pela rua onde aconteceu o crime estaria com o trio suspeito. Logo depois ele some das imagens e dois criminosos, os de 21 anos, entram na casa. Logo depois saem correndo na direção em que estaria o veículo.
Além desse registro, a câmera de um posto de combustível também registrou o momento em que eles pararam para abastecer e um deles vai até a conveniência. Assim o rosto da pessoa que estaria dirigindo do carro branco na rua do crime ficou registrado. Seria o homem de 33 anos.
Dois dias depois das mortes, o carro foi abandonado na BR-010 e dentro tinha documentos do homem que apareceu nas imagens da conveniência do posto.
Armas encontradas dentro de carro com suspeitos após abordagem da Guarda Metropolitana
Divulgação
Este homem foi preso no dia 15 de maio e confessou que estava dirigindo o veículo branco. A polícia disse que ele deveria estar usando uma tornozeleira eletrônica, pois já cumpria pena. Mas o equipamento foi entregue pela mãe do suspeito no dia 8 de março à Polícia Penal.
Os outros dois suspeitos identificados, que teriam entrado na casa e feito os disparos, estão entre os presos pela Guarda Metropolitana no dia 12 de maio deste ano. Na época eles estavam com mais três suspeitos e armas de fogo na região sul de Palmas.
Além das mortes do menino e do padrasto, a dupla é investigada ainda por envolvimento na morte do motoboy Ayrton Evangelista de Araújo, no dia 9 de maio, na Capital. A vítima teria implorado para não morrer.
Além dos homicídios, os três suspeitos vão responder por duas tentativas de homicídio contra o irmão de Daniel e da menina de 7 anos, irmão do pequeno Carlos André.
Câmeras registraram áudios dos tiros e da vítima pedindo socorro
Divulgação/Polícia Civil
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Fonte: G1 Tocantins