Bolsonaro optou por manter agenda em Brasília e faltou à reunião com demais presidentes do bloco. Encontro foi realizado de forma presencial no Paraguai. O presidente Jair Bolsonaro não compareceu à 60ª cúpula de líderes do Mercosul, nesta quinta-feira (21), porém enviou um vídeo transmitido durante o encontro realizado na cidade de Luque, no Paraguai.
Os presidentes dos demais países do bloco sul-americano – Mario Abdo Benítez (Paraguai), Alberto Fernández (Argentina) e Luis Lacalle Pou (Uruguai) – compareceram à reunião, a primeira realizada de forma presencial desde o começo da pandemia de Covid-19, em março de 2020. O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, foi pessoalmente ao Paraguai.
Bolsonaro optou por ficar em Brasília e, de acordo com a previsão da agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, teve reuniões pela manhã no Palácio do Planalto com os ministros Marcos Montes (Agricultura), Anderson Torres (Justiça) e Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União).
Desde 2019, quando assumiu a Presidência da República, havia participado de forma presencial ou por videoconferência de todas as reuniões de presidentes do Mercosul.
Tarifa comum
No vídeo exibido na reunião de líderes do Mercosul, com pouco mais de três minutos de duração, Bolsonaro defendeu a redução Tarifa Externa Comum (TEC) para auxiliar no combate à inflação. Na véspera da reunião desta quinta, o Mercosul anunciou acordo para reduzir em 10% das alíquotas da TEC, uma tarifa de importação unificada entre os países do bloco.
“O Brasil tem atuado para que o Mercosul tenha papel importante no enfrentamento dos atuais choques externos, por isso, defendemos a redução da Tarifa Externa Comum, que dará uma importante contribuição no combate à inflação”, disse Bolsonaro no vídeo.
Segundo o governo brasileiro, trata-se da primeira “revisão horizontal” da TEC, estabelecida em 1995. A unificação da alíquota para trazer produtos de países de fora do bloco ajuda a evitar disputas tarifárias dentro do Mercosul, porém especialistas criticam a variedade de exceções impostas à regra.
Bolsonaro também declarou no vídeo que seu governo trabalha para “combater internamente” as causas de pressões nos preços de combustíveis e energia, o que afetou o “poder de compra” dos brasileiros, que convive há mais de um ano com inflação alta.
Recentemente, o governo aprovou no Congresso Nacional mudanças nas regras para cobrança de impostos de combustíveis e energia, bem como uma mudança na Constituição que driblou regras eleitorais e fiscais e permitiu turbinar benefícios sociais a menos de três meses das eleições – Bolsonaro é pré-candidato à reeleição.
Os presidentes dos demais países do bloco sul-americano – Mario Abdo Benítez (Paraguai), Alberto Fernández (Argentina) e Luis Lacalle Pou (Uruguai) – compareceram à reunião, a primeira realizada de forma presencial desde o começo da pandemia de Covid-19, em março de 2020. O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, foi pessoalmente ao Paraguai.
Bolsonaro optou por ficar em Brasília e, de acordo com a previsão da agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, teve reuniões pela manhã no Palácio do Planalto com os ministros Marcos Montes (Agricultura), Anderson Torres (Justiça) e Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União).
Desde 2019, quando assumiu a Presidência da República, havia participado de forma presencial ou por videoconferência de todas as reuniões de presidentes do Mercosul.
Tarifa comum
No vídeo exibido na reunião de líderes do Mercosul, com pouco mais de três minutos de duração, Bolsonaro defendeu a redução Tarifa Externa Comum (TEC) para auxiliar no combate à inflação. Na véspera da reunião desta quinta, o Mercosul anunciou acordo para reduzir em 10% das alíquotas da TEC, uma tarifa de importação unificada entre os países do bloco.
“O Brasil tem atuado para que o Mercosul tenha papel importante no enfrentamento dos atuais choques externos, por isso, defendemos a redução da Tarifa Externa Comum, que dará uma importante contribuição no combate à inflação”, disse Bolsonaro no vídeo.
Segundo o governo brasileiro, trata-se da primeira “revisão horizontal” da TEC, estabelecida em 1995. A unificação da alíquota para trazer produtos de países de fora do bloco ajuda a evitar disputas tarifárias dentro do Mercosul, porém especialistas criticam a variedade de exceções impostas à regra.
Bolsonaro também declarou no vídeo que seu governo trabalha para “combater internamente” as causas de pressões nos preços de combustíveis e energia, o que afetou o “poder de compra” dos brasileiros, que convive há mais de um ano com inflação alta.
Recentemente, o governo aprovou no Congresso Nacional mudanças nas regras para cobrança de impostos de combustíveis e energia, bem como uma mudança na Constituição que driblou regras eleitorais e fiscais e permitiu turbinar benefícios sociais a menos de três meses das eleições – Bolsonaro é pré-candidato à reeleição.
Fonte: G1 Mundo