Ciclistas reclamam ao ter quer dividir espaço com ratos e aranhas na ponte da Amizade, cartão postal de Palmas

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Mato alto gera insegurança e proporciona aparecimento de animais no acostamento. Falta de iluminação é outro problema ao longo da estrutura. Ciclistas reclamam da falta de estrutura e sinalização na Ponte da Amizade em Palmas
A Ponte da Amizade e da Integração é um dos cartões postais de Palmas. Com 8 km de extensão, a estrutura tem um design bonito e embeleza a entrada da cidade. Mas, a manutenção tem deixado a desejar. O mato alto e a falta de iluminação fazem com que ciclistas tenham que dividir espaço com ratos e aranhas.
A Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto) informou que já determinou uma equipe de residência rodoviária para executar os serviços de reparos na ponte.
Nas margens da ponte, o mato incomoda. Além de atrair animais, o problema deixa o trecho inseguro para quem faz atividades físicas. “A noite tem alguns trechos que não são iluminados aí fica mais perigoso ainda”, reclamou a auxiliar administrativo Viviane Souza Borges.
Ratos passeiam pela ponte que liga Palmas a Luzimangues
TV Anhanguera/Reprodução
A auxiliar administradora Andreia Mota não pedala sozinha durante a noite e nem na madrugada. Ela mudou o horário dos treinos por causa dos perigos.
“A gente costumava sair às 05h30 da madrugada, ainda escuro. Sozinha eu não venho e no final da tarde, a gente tenta horário que tem outros ciclistas e é o horário que está todo mundo saindo do serviço”.
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Junto com o mato alto, há bichos. Em pouco tempo no local, a equipe da TV Anhanguera flagrou ratos e aranhas. Em vários postes há lâmpadas queimadas.
O professor de educação física, Alisson Furtado, usa frequentemente o espaço para a prática de esportes e não está satisfeito com o lugar.
“Precisaríamos do apoio do poder público, na manutenção, na questão do mato alto. Esse mato pode trazer animais peçonhentos e uma pessoa que quer cometer atos ilícitos consegue se esconder dentro de um matagal desse e fazer mal para mulheres ou até homens que estejam praticando atividades na ponte”, reclamou.
Alisson relata que vários alunos já mudaram o trajeto por causa dos riscos. “Muitos alunos já preferem fazer em outros lugares por esses motivos, a questão da iluminação no período noturno, os animais peçonhentos, como os ratos. A cobra pode vir atrás dos ratos. Então, pode ter algum tipo de acidente”, finalizou o professor.
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Fonte: G1 Tocantins