Médico foi chefe da força-tarefa do governo norte-americano desde o início da pandemia, e enfrentou Donald Trump após criticar a reabertura econômica do país. O médico Anthony Fauci, principal autoridade dos EUA para o combate à Covid-19.
Reuters
Rosto na luta dos Estados Unidos contra Covid-19, o médico norte-americano Anthony Fauci anunciou nesta segunda-feira (22) que deixará de ser o assessor de saúde do presidente do país, Joe Biden.
Fauci disse que também não será mais o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.
Principal autoridade no país para o combate da Covid-19, Fauci virou um dos principais adversários do ex-presidente Donald Trump durante os primeiros anos da pandemia, quando Trump negava os apelos do médico para uma reabertura econômica mais lenta, além de ignorar a exigência do uso de máscara e outras medidas de proteção.
Diretor de longa data do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Fauci se tornou um personagem popular e confiável durante a pandemia, servindo na força-tarefa do coronavírus da Casa Branca durante o governo de Donald Trump.
Em seguida, foi criticado pelo ex-presidente e alguns de seus aliados republicanos porque alertou contra a reabertura da economia dos EUA cedo demais, e se tornou vilão àqueles que se opuseram à vacina contra a Covid-19 e obrigação de uso de máscaras.
Trump ficou cada vez mais crítico das autoridades sanitárias do governo e de suas orientações quando um pico de infecções ameaçou o alívio das restrições ao redor do país, nos meses que precederam a eleição presidencial de novembro de 2020, que ele perdeu para Biden.
Anthony Fauci, principal nome da luta dos EUA contra a Covid-19, testa positivo
Fonte: G1 Mundo
