Os detidos foram acusados de espionagem, uma alegação frequente do regime iraniano contra estrangeiros. Os Guardiões da Revolução, o exército ideológico do Irã, prenderam diplomatas estrangeiros, entre eles um britânico. Os detidos foram acusados de espionagem, segundo a agência de notícias oficial Fars e a televisão estatal da República Islâmica informaram nesta quarta-feira.
A Fars acrescentou que um deles, britânico, foi expulso do país.
Já a televisão estatal noticiou que o diplomata britânico só foi expulso da área onde ocorreram as detenções.
Belga preso há quatro meses
Um cidadão belga está preso pelo crime de espionagem no Irã desde 24 de fevereiro, segundo ministro da Justiça da Bélgica, Vincent Van Quickenborne.
Van Quickenborne falou sobre a prisão na terça-feira (5), durante um debate no Parlamento federal belga sobre um acordo de troca de detentos entre o Irã e a Bélgica.
O ministro não forneceu detalhes sobre a identidade ou acusações contra o cidadão belga preso, nem disse se já havia sido condenado.
Veja abaixo um vídeo sobre um francês que foi acusado de espionagem pelo Irã depois de gravar um vídeo com um drone.
VÍDEO: Turista francês preso no Irã por tirar fotos com drone é acusado de espionagem
“Não posso dizer mais a pedido da família”, afirmou, acrescentando que o ministério das Relações Exteriores monitora o caso e que o embaixador belga no Irã visitou o detido duas vezes.
A imprensa belga, entretanto, afirma que se trata de um trabalhador humanitário.
A discussão sobre este eventual acordo entre Bélgica e Irã mobilizou opositores iranianos no exílio, que alegam que poderia abrir a porta para que um diplomata iraniano condenado na Bélgica a 20 anos de prisão retorne ao seu país.
Segundo a Justiça belga, Assadollah Assadi, apontado como agente da inteligência iraniana sob cobertura diplomática, incentivou um ataque com explosivos contra um evento da oposição iraniana em Villepinte, nos arredores de Paris, em 2018.
A Justiça belga afirma que Assadi forneceu os explosivos para aquele ataque, que acabou sendo frustrado.
No Parlamento, Van Quickenborne garantiu que o acordo contém garantias, mas surpreendeu ao revelar a prisão de um cidadão belga no Irã.
Para o ministro, se o acordo em discussão não for aprovado “aumentará a ameaça aos interesses e cidadãos belgas”.
No Irã “há vidas humanas em jogo. Não são apenas minhas palavras, mas as palavras de nossos serviços de segurança”.
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A Fars acrescentou que um deles, britânico, foi expulso do país.
Já a televisão estatal noticiou que o diplomata britânico só foi expulso da área onde ocorreram as detenções.
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Um cidadão belga está preso pelo crime de espionagem no Irã desde 24 de fevereiro, segundo ministro da Justiça da Bélgica, Vincent Van Quickenborne.
Van Quickenborne falou sobre a prisão na terça-feira (5), durante um debate no Parlamento federal belga sobre um acordo de troca de detentos entre o Irã e a Bélgica.
O ministro não forneceu detalhes sobre a identidade ou acusações contra o cidadão belga preso, nem disse se já havia sido condenado.
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“Não posso dizer mais a pedido da família”, afirmou, acrescentando que o ministério das Relações Exteriores monitora o caso e que o embaixador belga no Irã visitou o detido duas vezes.
A imprensa belga, entretanto, afirma que se trata de um trabalhador humanitário.
A discussão sobre este eventual acordo entre Bélgica e Irã mobilizou opositores iranianos no exílio, que alegam que poderia abrir a porta para que um diplomata iraniano condenado na Bélgica a 20 anos de prisão retorne ao seu país.
Segundo a Justiça belga, Assadollah Assadi, apontado como agente da inteligência iraniana sob cobertura diplomática, incentivou um ataque com explosivos contra um evento da oposição iraniana em Villepinte, nos arredores de Paris, em 2018.
A Justiça belga afirma que Assadi forneceu os explosivos para aquele ataque, que acabou sendo frustrado.
No Parlamento, Van Quickenborne garantiu que o acordo contém garantias, mas surpreendeu ao revelar a prisão de um cidadão belga no Irã.
Para o ministro, se o acordo em discussão não for aprovado “aumentará a ameaça aos interesses e cidadãos belgas”.
No Irã “há vidas humanas em jogo. Não são apenas minhas palavras, mas as palavras de nossos serviços de segurança”.
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Fonte: G1 Mundo