Deslizamento de terra deixa pelo menos 14 mortos no noroeste da Índia

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Fortes chuvas têm atingido a região recentemente. Algumas casas mais baixas ficaram submersas após cheia dos rios. Membros da equipe de resgate na Índia buscam sobreviventes após deslizamento
Equipe de desastres naturais da Índia/Reprodução via REUTERS
Pelo menos 14 pessoas morreram e aproximadamente 50 seguem desparecidas após um enorme deslizamento de terra em uma área remota do estado de Manipur, no nordeste da Índia, disseram autoridades nesta quinta-feira (30).
Equipes de resgate lutaram contra as fortes chuvas para retirar 19 sobreviventes dos escombros na manhã desta quinta-feira após o deslizamento de terra em um canteiro de obras de ferrovia, onde trabalhadores dormiam em um acampamento improvisado durante a noite.
O exército foi convocado para participar da busca, mas as autoridades não estavam otimistas.
“As chances de as pessoas restantes sobreviverem são muito pequenas, considerando o fato de que o deslizamento de terra ocorreu nas primeiras horas do dia”, disse Haulianlal Guite, magistrado distrital do distrito de Noney em Manipur, à Reuters por telefone.
Imagens do satélite Copérnico mostram aumento na quantidade de água na região
Agência Espacial Europeia/Reprodução
Este mês, chuvas sem precedentes atingiram os estados do nordeste da Índia e o vizinho Bangladesh, matando mais de 150 pessoas.
Milhões também foram deslocados pelas inundações catastróficas nas últimas semanas e, em algumas áreas baixas, as casas ficaram submersas.
“Operações de busca implacáveis ​​continuarão durante a noite”, disse um comunicado do exército indiano.
Membros da equipe de resgate na Índia buscam sobreviventes após deslizamento
Equipe de desastres naturais da Índia/Reprodução via REUTERS
Helicópteros do Exército estavam de prontidão e auxiliando nas operações de resgate no local do deslizamento.
“Equipamentos de engenharia, incluindo tratores, foram colocados em serviço para criar acesso ao local do incidente e ajudar nos esforços de resgate”, disse o Exército.

Fonte: G1 Mundo