Na estreia da cúpula da Otan, Kremlin chama aliança de “bloco agressivo”

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Encontro de líderes da aliança militar dos Ocidente começa nesta terça-feira (28), em Madri, com Rússia como centro do debate e maior esquema de segurança da história da capital espanhola. O presidente dos EUA, Joe Biden, é recebido pelo rei Felipe da Espanha em Madri, onde participará da cúpula da Otan, em 28 de junho de 2022.
Reuters
O Kremlin chamou nesta terça-feira a aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de um “bloco agressivo” que foi criado para o confronto.
A declaração ocorre no dia em que a Otan inaugura sua cúpula, em Madri, com a Rússia e as formas de ajudar a Ucrânia a vencer a guerra como centro do debate.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também disse que a campanha da Rússia na Ucrânia, que Moscou chama de “operação militar especial”, irá alcançar seus objetivos, o que a Otan concentra seus esforços para evitar.
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A cúpula também dá o pontapé inicial com a notícia de que vai aumentar o número de suas tropas em alerta máximo em mais de sete vezes, para mais de 300 mil, segundo o secretário-geral da aliança, Jens Stoltenberg. Atualmente, a força de reação máxima da aliança tem 40 mil soldados.
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Também nesta terça-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, pediu ao Ocidente que faça o máximo que puder para que a Rússia não vença a guerra que realiza na Ucrânia desde 24 de fevereiro.
Líderes como o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já chegaram para o encontro na capital espanhola, que montou o maior esquema de segurança de sua história para receber a cúpula da Otan esta semana.
O encontro, que vai até quinta-feira (30), acontece em um momento de reconstrução da Otan, após uma fase crítica marcada por fracassos na presença no Afeganistão e por um período de discordância entre os líderes durante o mandato do ex-presidente norte-americano Donald Trump, que ameaçou retirar Washington da aliança.
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Fonte: G1 Mundo