Segundo um documento de 134 páginas consultado pelo jornal italiano ‘Il Corriere della Sera’ e enviado à Justiça da França, o incêndio a bordo pode ter sido provocado pela conjunção de dois fatores: vazamento na máscara de oxigênio do copiloto e combustão de um cigarro fumado pelo piloto ou copiloto. Foto feita no início de maio de 2016 em Budapeste, Hungria, mostra o avião Airbus A 320-200 da EgyptAir que desapareceu dos radares durante o voo MS804 no dia 19 de maio de 2016
Andras Soos/AFP
O acidente aéreo da EgyptAir em 2016, que causou a morte de 66 pessoas no Mediterrâneo, pode ter sido causado por um incêndio na cabine do piloto devido a um cigarro, apontam conclusões de especialistas franceses reveladas nesta quarta-feira (27).
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Segundo um documento de 134 páginas consultado pelo jornal italiano “Il Corriere della Sera” e enviado à Justiça da França, o incêndio a bordo pode ter sido provocado pela conjunção de dois fatores: vazamento na máscara de oxigênio do copiloto e combustão de um cigarro fumado pelo piloto ou copiloto.
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O voo MS804 da EgyptAir fazia a rota entre Cairo e Paris e desapareceu repentinamente dos radares em 19 de maio de 2016. Todos os ocupantes morreram.
Inicialmente, o ministro da aviação do Egito atribuiu o acidente a um ataque terrorista, mas a agência de segurança aérea francesa informou que a aeronave enviou mensagens automáticas de fogo na cabine antes de perder o contato.
As caixas-pretas da aeronave corroboraram a hipótese dos especialistas franceses, segundo o jornal italiano.
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Fonte: G1 Mundo
