Novos mandados são cumpridos em investigação sobre a morte de policial civil em Gurupi

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Mandados foram cumpridos pela Polícia Civil e Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público. Buscas foram realizadas também no Batalhão da Polícia Militar em Gurupi. Armas e munições foram apreendida pela polícia
SSP/Divulgação
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Civil e pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco) nesta sexta-feira (8) em uma investigação complementar contra o grupo suspeito de envolvimento na morte do policial civil Jean Carlos Teixeira da Fonseca, de 41 anos. Um dos mandados foi cumprido no batalhão da Polícia Militar em Gurupi, no sul do estado.
Jean Carlos foi assassinado na madrugada do dia 11 de março enquanto estava em uma casa noturna. Quatro pessoas foram indiciadas pela polícia e denunciadas pelo Ministério Público Estadual, entre elas o policial militar Rafael Mendez Dutra. O crime teria acontecido após uma discussão breve e banal.
Durante o cumprimento dos mandados, nesta sexta-feira (8), foram apreendidas armas de fogo, uma vasta quantidade de munição, estojos deflagrados, drogas e documentos. O objetivo é apurar crimes praticados no Tocantins, com ramificações em Goiás e Distrito Federal.
Segundo a Polícia Civil, o material será destinado à balística forense e confrontação com objetos apreendidos no inquérito que apurou a morte de Jean Carlos Teixeira da Fonseca. De acordo com a Diretoria de Repressão ao Crime Organizado, os alvos foram objeto de investigação no Tocantins e agiam também em Goiás, Bahia e Distrito Federal.
Participaram da ação, o Grupo Operações Táticas Especiais (GOTE), 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC), Diretoria de Repressão a Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO). O mandado no batalhão da PM foi cumprido pelo Gaeco.
O crime
O policial civil foi morto na noite de 11 de março de 2022 em uma casa noturna de Gurupi. Seis homens foram identificados como suspeitos do crime. Quatro deles foram autuados no dia seguinte.
O inquérito que apurava o crime foi concluído e enviado ao judiciário. Os investigados foram denunciados ao Ministério Público por homicídio triplamente qualificado, porte irregular de arma de fogo, furto qualificado e associação criminosa.
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Fonte: G1 Tocantins