Setor demitiu mais do que contratou e está diretamente ligado ao período chuvoso. Apesar disto, estado teve saldo positivo com mais de 1600 novas vagas no segundo mês de 2022. Construção civil registra alto número de demissões em fevereiro; entenda
O Tocantins fechou fevereiro com saldo de mais de 1.600 vagas de emprego, mas construção civil foi na mão de contramão dessa tendência de crescimento. O setor demitiu mais do que contratou e o período chuvoso estendido é apontado como a principal causa para essa queda na geração de vagas.
Em uma construção de Palmas o ritmo é intenso, mas o período chuvoso acaba dificultando algumas etapas. “Tem semanas que se a gente pegar o tempo líquido de chuvas dá quase que um dia de serviço perdido. Tenho clientes que estão esperando passar essa época de chuva para de fato começarem a construir”, explicou o engenheiro civil Lucio Mota Marinho Júnior.
A chuva frequente nos últimos meses afetou não só as obras da construtora do Lúcio, mas o setor como um todo. Dados divulgados pelo Ministério da Economia apontam que enquanto 970 empregos formais foram gerados pelo setor em fevereiro, mas 1.197 pessoas foram desligadas dos postos de trabalho.
A construção civil é um setor de grande impacto na economia tocantinense e as construtoras planejam a retomada das contratações. “Os empresários têm a consciência de que esse é um momento transitório”, comentou o vice-presidente da associação das empresas do mercado imobiliário do Tocantins, João Paulo Tavares.
Embora os números específicos da construção civil tenham ficado abaixo da médica, pois historicamente costuma estar entre os setores que mais contratam, no geral os índices do estado foram positivos com saldo de mais de 1600 novas vagas no segundo mês de 2022.
Só a agricultura teve saldo de mais de 400 postos de trabalho abertos. Essa variação constante é uma característica comum ao levantamento de empregos no Tocantins. “A gente é movimentado pela construção civil, agropecuária, comércio e alguns outros setores que não são de grande impacto dentro do estado, mas geram empregabilidade”, explicou a Willany Bazerra, gerente do Observatório do Trabalho.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
O Tocantins fechou fevereiro com saldo de mais de 1.600 vagas de emprego, mas construção civil foi na mão de contramão dessa tendência de crescimento. O setor demitiu mais do que contratou e o período chuvoso estendido é apontado como a principal causa para essa queda na geração de vagas.
Em uma construção de Palmas o ritmo é intenso, mas o período chuvoso acaba dificultando algumas etapas. “Tem semanas que se a gente pegar o tempo líquido de chuvas dá quase que um dia de serviço perdido. Tenho clientes que estão esperando passar essa época de chuva para de fato começarem a construir”, explicou o engenheiro civil Lucio Mota Marinho Júnior.
A chuva frequente nos últimos meses afetou não só as obras da construtora do Lúcio, mas o setor como um todo. Dados divulgados pelo Ministério da Economia apontam que enquanto 970 empregos formais foram gerados pelo setor em fevereiro, mas 1.197 pessoas foram desligadas dos postos de trabalho.
A construção civil é um setor de grande impacto na economia tocantinense e as construtoras planejam a retomada das contratações. “Os empresários têm a consciência de que esse é um momento transitório”, comentou o vice-presidente da associação das empresas do mercado imobiliário do Tocantins, João Paulo Tavares.
Embora os números específicos da construção civil tenham ficado abaixo da médica, pois historicamente costuma estar entre os setores que mais contratam, no geral os índices do estado foram positivos com saldo de mais de 1600 novas vagas no segundo mês de 2022.
Só a agricultura teve saldo de mais de 400 postos de trabalho abertos. Essa variação constante é uma característica comum ao levantamento de empregos no Tocantins. “A gente é movimentado pela construção civil, agropecuária, comércio e alguns outros setores que não são de grande impacto dentro do estado, mas geram empregabilidade”, explicou a Willany Bazerra, gerente do Observatório do Trabalho.
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Fonte: G1 Tocantins