Na sexta-feira, o principal índice da bolsa subiu 0,02%, a 119.081 pontos. Semana teve alta de 3,27%. O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em alta nesta segunda-feira (28), acompanhando a valorização nos mercados externos.
Às 10h04, o Ibovespa subia 0,18%, a 191.292 pontos. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,02%, a 119.081 pontos – o maior patamar de fechamento desde 1º de setembro do ano passado, quando fechou em 119.395 pontos. Na semana, acumulou alta de de 3,27%. No mês, a alta acumulada é de 5,25%, e no ano, de 13,60%.
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O que está mexendo com os mercados?
No exterior, os preços do petróleo recuam nesta segunda-feira, com os confinamentos impostos em Xangai para tentar reduzir a curva de contágio da Covid-19 alimentando preocupações de fraca demanda e de desaceleração econômica na China, com os investidores de olho também nas negociações de paz com a Rússia marcadas para esta semana na Turquia.
Apesar do recuo nas últimas semanas, o petróleo ainda acumula um salto de cerca de 50% no ano.
Países exportadores de commodities, vistos como menos vulneráveis às tensões geopolíticas, como os da América Latina, incluindo o Brasil, têm se beneficiado da disparada dos preços de produtos como o petróleo e grãos.
Os juros em patamares elevados no Brasil e o diferencial em relação aos juros nos EUA e outras economias também têm contribuído para o fluxo de dólares para o país e para a valorização do real em 2022. O Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia.
A taxa básica de juros saiu de uma mínima histórica de 2%, atingida durante a pandemia, para os atuais 11,75%. E a taxa deve continuar a subir, atingindo 12,75%, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em maio, segundo sinalização do Banco Central.
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Países exportadores de commodities, vistos como menos vulneráveis às tensões geopolíticas, como os da América Latina, incluindo o Brasil, têm se beneficiado da disparada dos preços de produtos como o petróleo e grãos.
Os juros em patamares elevados no Brasil e o diferencial em relação aos juros nos EUA e outras economias também têm contribuído para o fluxo de dólares para o país e para a valorização do real em 2022. O Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia.
A taxa básica de juros saiu de uma mínima histórica de 2%, atingida durante a pandemia, para os atuais 11,75%. E a taxa deve continuar a subir, atingindo 12,75%, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em maio, segundo sinalização do Banco Central.
Fonte: G1 Mundo