O encarregado de negócios da embaixada da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach, disse nesta terça-feira (1º) que não se pode aplicar o conceito de “imparcialidade” em um conflito no qual se sabe quem é o agressor.
Ele deu essa resposta durante entrevista na sede da embaixada, em Brasília, ao ter sido questionado sobre declaração do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, a respeito da fala do presidente Jair Bolsonaro sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia.
No domingo, Bolsonaro afirmou em entrevista coletiva no Guarujá, onde está de folga, que a posição do Brasil em relação ao conflito Rússia-Ucrânia era de “neutralidade”. Nesta segunda, em entrevista à GloboNews, Carlos França interpretou a declaração do presidente: “Nossa posição é de equilíbrio. Ela não é de neutralidade. Eu penso que quando o presidente [Jair Bolsonaro] falou em neutralidade ele pensava em imparcialidade. Eu acho que essa nossa posição é uma posição de equilíbrio, uma posição dedicada à busca do diálogo e da reconciliação”.
Nesta terça, o diplomata ucraniano afirmou:
“Nós sabemos quem é o agressor. Há vítimas. Não entendo como que imparcialidade pode se aplicar nessa situação”, declarou Anatoliy Tkach.
Ele deu essa resposta durante entrevista na sede da embaixada, em Brasília, ao ter sido questionado sobre declaração do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, a respeito da fala do presidente Jair Bolsonaro sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia.
No domingo, Bolsonaro afirmou em entrevista coletiva no Guarujá, onde está de folga, que a posição do Brasil em relação ao conflito Rússia-Ucrânia era de “neutralidade”. Nesta segunda, em entrevista à GloboNews, Carlos França interpretou a declaração do presidente: “Nossa posição é de equilíbrio. Ela não é de neutralidade. Eu penso que quando o presidente [Jair Bolsonaro] falou em neutralidade ele pensava em imparcialidade. Eu acho que essa nossa posição é uma posição de equilíbrio, uma posição dedicada à busca do diálogo e da reconciliação”.
Nesta terça, o diplomata ucraniano afirmou:
“Nós sabemos quem é o agressor. Há vítimas. Não entendo como que imparcialidade pode se aplicar nessa situação”, declarou Anatoliy Tkach.
Fonte: G1 Mundo