Obra de escola que atenderia 400 crianças está abandonada há cerca de dois anos em Luzimangues

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A Prefeitura de Porto Nacional se comprometeu a fazer uma nova licitação nos próximos 60 dias para concluir a construção da unidade escolar. Obra de escola que atenderia 400 crianças está parada em Luzimangues
A obra de uma escola municipal no Residencial Águas Lindas, no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional, está abandonada há pelo menos dois anos. Além dos prejuízos para as crianças, a construção está ficando deteriorada. Muitos alunos precisam sair do distrito para estudar em Palmas, cidade vizinha.
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A Prefeitura de Porto Nacional disse que tentou retomar a obra da escola, mas não houve consenso com a empresa ganhadora da licitação. No entanto, o município se comprometeu a fazer uma nova licitação nos próximos 60 dias para concluir a construção.
No local não tem ninguém trabalhando. A placa que indica o valor da obra e o prazo de entrega foi apagada e jogada ao chão.
No local, a equipe da TV Anhanguera encontrou parte do projeto da construção. O documento prevê 12 salas de aula para cerca de 400 alunos.
Escola que deveria atender 400 crianças em Luzimangues está com obras paradas
Reprodução
A construção de responsabilidade da Prefeitura de Porto Nacional gerou expectativa para os moradores da região, já que as crianças teriam acesso a uma escola mais perto de casa.
“Está crescendo a população, as crianças desses setores vão estudar longe. Muitas pais não têm condução para levar, não têm transporte”, disse o estudante Abraão Rosário.
“É você analisar e olhar a estrutura metálica dessa obra. Ela já está em estado de deterioração, ou seja, vai ter que trocar novamente. Dinheiro público jogado fora, o nosso dinheiro jogado fora”, afirmou o corretor Welismar dos Santos.
Se a obra estivesse sido concluída, estaria atendendo crianças de pelo menos 10 bairros da região. Alguns estudantes precisam se matricular em escolas de Palmas, cidade vizinha.
“Minha netinha estuda lá em Palmas porque não conseguiu mais vaga aqui, então se essa escola saísse, seria muito bom para a gente”, disse a dona de casa, Gildete Alves.
A dona de casa Fernanda Santana também precisa levar os dois filhos para uma escola localizada em outro bairro. “Para quem tem filho é muito complicado. A gente precisa trabalhar e não pode porque tem que colocar o filho no ônibus que vai distante. Aqui dava para os pais trazerem porque fica bem perto”.
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Fonte: G1 Tocantins