Príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II, chega a acordo em caso de agressão sexual

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Ele já vinha afastado da vida pública após ter seu nome ligado a escândalos. Príncipe Andrew em foto de 11 de abril de 2021
Steve Parsons/Pool via AP, Arquivo
O príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II, chegou a um acordo com a americana Virginia Giuffre, em um processo de agressão sexual, divulgou nesta terça-feira (15) um tribunal dos Estados Unidos.
Giuffre afirmou que o duque de York abusou sexualmente dela quando tinha 17 anos.
Os dois teriam se conhecido por meio de encontros organizados pelo financista e criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, morto em 2019 na prisão.
No mês passado, Andrew renunciou aos seus títulos militares e abriu mão de seus cargos honorários, informou o Palácio de Buckingham em um comunicado.
“Com a aprovação e o aceite da rainha, as afiliações militares do duque de York e os patrocínios reais foram devolvidos”, disse a instituição em nota.
A decisão vem no mesmo tempo em que ele enfrenta um processo civil nos Estados Unidos por agressão sexual.
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“O duque de York continuará a não assumir nenhuma função pública, e estará se defendendo neste caso como um cidadão comum”, esclarece o breve comunicado.
Andrew, que já vinha se afastando da vida pública, também deixará de atender pelo título de Sua Alteza Real, segundo reportagem da emissora britânica BBC, que cita fontes do palácio.
Denúncia de assédio sexual
O príncipe Andrew é denunciado por uma cidadã americana que alega que o filho da rainha britânica abusou sexualmente dela em 2001, quando ela tinha 17 anos.
Um processo civil foi aberto no meio do ano passado por Virginia Giuffre, uma das vítimas dos crimes sexuais do financista americano Jeffrey Epstein – morto em 2019.
Giuffre afirma que teve relações sexuais forçadas com o príncipe Andrew há mais de duas décadas e os encontros teriam acontecido na casa de Ghislaine Maxwell, ex-sócia de Epstein.
O príncipe nega as acusações.

Fonte: G1 Mundo