Segundo o secretário de saúde Afonso Piva, amostras estão em análise no Laboratório Central do Tocantins (Lacen). O primeiro caso da variante da Covid-19 foi confirmado em Gurupi. Secretário de Saúde do Estado fala sobre primeiro caso da Ômicron no Tocantins
Possíveis novos casos da variante ômicron da Covid-19 estão sendo investigados no estado. A informação foi dada pelo secretário estadual de saúde, Afonso Piva, durante entrevista ao Bom Dia Tocantins. O primeiro caso confirmado é de um homem de 29 anos, morador de Gurupi.
“Estamos com 46 amostras e estamos investigando. As análises são feitas no Tocantins com rapidez pelo Lacen [Laboratório Central do Tocantins] e a UFT. Então estamos observando o tempo todo. O Tocantins está preparado, a população deve ficar atenta a isso”, disse.
Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas, e já apareceu em cerca de 90 países.
A SES informou que o paciente paciente diagnosticado com a variante testou positivo para a Covid-19 há 10 dias. Segundo a prefeitura de Gurupi, o homem não estava vacinado e já teve alta.
A esposa dele também foi diagnosticada com a Covid-19. “Ainda não foi detectado se ela [foi diagnosticada] com a delta, ômicron ou outra variante. Porém, ela tomou só uma dose da vacina, não tomou a 2ª dose. A gente está observando o paciente [marido], ele está com sintomas leves, está bem tranquilo”.
A informação é que o homem diagnosticado teve contato com outras pessoas em um ônibus, ao retornar de Goiânia (GO). Segundo o secretário, equipes continuam fazendo o rastreio epidemiológico.
“Estamos fazendo todo o rastreio. A equipe está maior, já passou por várias situações, está mais experiente. Nós estamos fazendo esse rastreio epidemiológico geral no estado. O Lacen trabalha 24 horas, assim como toda a sua equipe”, explicou o secretário estadual da Saúde, Afonso Piva.
Piva reforçou a importância de tomar todas as doses de vacina contra a Covid-19. Segundo o Vacinômetro, 52,41% dos tocantinenses se vacinaram com a 2ª dose ou dose única.
O número de pessoas que ainda não tomaram a segunda dose é grande. “A gente estava com 170 mil pessoas sem vacinar a segunda dose. A gente tem que continuar usando álcool em gel, máscara, as medidas de segurança. Isso não muda em nada. A gente observa que está tendo uma queda no número de mortes no Tocantins, está tendo uma queda no número de contaminação, mas a população tem que ficar atenta porque o vírus ainda está no estado e no mundo”.
Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.
Estudos recentes sugerem que a variante ômicron é menos agressiva do que a delta. De acordo com os pesquisadores, as chances de uma pessoa infectada pela ômicron ser hospitalizada é 70% menor em comparação com a infecção por delta. Se comparada com as demais cepas, o percentual cresce para 80%.
Apesar disso, o consenso é de que ainda é cedo para tirar conclusões e a melhor forma de prevenir a variante e avançar na vacinação, concluindo o esquema vacinal com a dose de reforço.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Possíveis novos casos da variante ômicron da Covid-19 estão sendo investigados no estado. A informação foi dada pelo secretário estadual de saúde, Afonso Piva, durante entrevista ao Bom Dia Tocantins. O primeiro caso confirmado é de um homem de 29 anos, morador de Gurupi.
“Estamos com 46 amostras e estamos investigando. As análises são feitas no Tocantins com rapidez pelo Lacen [Laboratório Central do Tocantins] e a UFT. Então estamos observando o tempo todo. O Tocantins está preparado, a população deve ficar atenta a isso”, disse.
Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas, e já apareceu em cerca de 90 países.
A SES informou que o paciente paciente diagnosticado com a variante testou positivo para a Covid-19 há 10 dias. Segundo a prefeitura de Gurupi, o homem não estava vacinado e já teve alta.
A esposa dele também foi diagnosticada com a Covid-19. “Ainda não foi detectado se ela [foi diagnosticada] com a delta, ômicron ou outra variante. Porém, ela tomou só uma dose da vacina, não tomou a 2ª dose. A gente está observando o paciente [marido], ele está com sintomas leves, está bem tranquilo”.
A informação é que o homem diagnosticado teve contato com outras pessoas em um ônibus, ao retornar de Goiânia (GO). Segundo o secretário, equipes continuam fazendo o rastreio epidemiológico.
“Estamos fazendo todo o rastreio. A equipe está maior, já passou por várias situações, está mais experiente. Nós estamos fazendo esse rastreio epidemiológico geral no estado. O Lacen trabalha 24 horas, assim como toda a sua equipe”, explicou o secretário estadual da Saúde, Afonso Piva.
Piva reforçou a importância de tomar todas as doses de vacina contra a Covid-19. Segundo o Vacinômetro, 52,41% dos tocantinenses se vacinaram com a 2ª dose ou dose única.
O número de pessoas que ainda não tomaram a segunda dose é grande. “A gente estava com 170 mil pessoas sem vacinar a segunda dose. A gente tem que continuar usando álcool em gel, máscara, as medidas de segurança. Isso não muda em nada. A gente observa que está tendo uma queda no número de mortes no Tocantins, está tendo uma queda no número de contaminação, mas a população tem que ficar atenta porque o vírus ainda está no estado e no mundo”.
Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.
Estudos recentes sugerem que a variante ômicron é menos agressiva do que a delta. De acordo com os pesquisadores, as chances de uma pessoa infectada pela ômicron ser hospitalizada é 70% menor em comparação com a infecção por delta. Se comparada com as demais cepas, o percentual cresce para 80%.
Apesar disso, o consenso é de que ainda é cedo para tirar conclusões e a melhor forma de prevenir a variante e avançar na vacinação, concluindo o esquema vacinal com a dose de reforço.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Fonte: G1 Tocantins