Agora são quatro cidades com suspensão total. Número de municípios com suspensão parcial subiu de 13 para 18. Eventos equestres e aglomerações de equídeos estão proibidos em algumas cidades
Lenito Abreu/Adapec/Divulgação
A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) decidiu ampliar a área com suspensão de eventos envolvendo equídeos após um cavalo ser diagnosticado com mormo em Araguaína, no norte do Tocantins. Agora são quatro cidades com suspensão total e 18 com proibição parcial. Desde janeiro o estado registrou 22 casos positivos da doença.
A proibição total para Araguaína foi publicada em uma portaria no Diário Oficial desta terça-feira (21). Em Nova Olinda e Filadélfia a suspensão começou ainda em outubro. Marianópolis entrou na lista no início de novembro.
Além destas cidades com bloqueio total, outros 18 municípios estão proibidos de sediar eventos abertos como cavalgadas e tropeadas. De acordo com Adapec, as medidas seguem instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O animal diagnosticado em Araguaína será sacrificado porque a doença não tem cura. “Os demais que estão na propriedade rural foco e nas vizinhas passarão por saneamento, que consiste na colheita de material dos equídeos para investigação da enfermidade, entre outras ações”, explicou a responsável pelo Programa de Sanidade dos Equídeos da Adapec, Isadora Mello Cardoso.
A lista de cidades com suspensão parcial do evento subiu de 13 para 18. Estas cidades entram na lista porque têm dividas com municípios onde casos foram registrados. Neste locais é permitida apenas a realização de eventos fechados que sejam avaliados e fiscalizados pela Adapec. Não há prazo para que a restrição termine.
Veja lista:
Bloqueio total
Araguaína
Nova Olinda
Filadélfia
Marianópolis do Tocantins
Bloqueio parcial
Pau d’Arco
Bandeirante
Colinas do Tocantins
Babaçulândia
Barra do Ouro
Goiatins
Palmeirante
Pium
Caseara
Divinópolis do Tocantins
Monte Santo
Chapada de Areia
Santa Fé do Araguaia
Muricilândia
Aragominas
Carmolândia
Piraquê
Wanderlândia
A agência orientou que em casos de suspeita da doença, o produtor rural deve notificar imediatamente a Adapec em uma das suas unidades ou pelo Disque Defesa 0800 063 11 22, bem como denunciar o trânsito clandestino de animais.
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Fonte: G1 Tocantins
