Joanilson Bispo dos Santos foi condenado a 18 anos e seis meses de prisão. Crime teve grande repercussão na cidade. Professor Vânio Barbosa de Aquino foi morto e Joanilson Bispo dos Santos confessou o crime
Montagem G1
Joanilson Bispo dos Santos, acusado da morte do professor Vânio Barbosa de Aquino em fevereiro de 2019 em Palmas, foi condenado pelo crime. Ele foi considerado culpado pelo Tribunal de Júri e teve a pena fixada em 18 anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime fechado, sem o direito de recorrer em liberdade.
O g1 procurou a Defensoria Pública do Estado, que faz a defesa de Joanilson Bispo neste processo e aguarda um posicionamento.
A Justiça aceitou os argumentos apresentados pelo Ministério Público do Tocantins. Segundo a promotoria, o assassinato foi motivado por uma dívida de R$ 600 referente a programas sexuais que teriam sido prestados por Joanilson.
Na época, Vânio Barbosa tinha 35 anos e trabalhava em uma creche na capital, o caso teve ampla repercussão. Ele foi assassinado a facadas dentro da própria casa. Além do assassinato, o réu teria ainda furtado a TV, o celular, o computador, uma churrasqueira elétrica, um ventilador e outros objetos da casa da vítima.
A condenação é pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e a furto qualificado por abuso de confiança. O julgamento foi nesta terça-feira (14).
Condenado por matar professor no dia em que foi preso
Manoela Messias/TV Anhanguera
Relembre o caso
O professor Vânio Barbosa de Aquino, de 35 anos, foi encontrado morto no dia 21 de fevereiro de 2019 dentro do banheiro da própria casa, no setor Santa Bárbara. De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem estava ensanguentado e com perfuração na barriga.
Os familiares da vítima informaram que uma amiga foi até a casa de Vânio após ele não aparecer na creche municipal, onde trabalhava. Ela encontrou o corpo e chamou a polícia.
O réu, Joanilson Bispo, foi preso no dia seguinte após agentes de polícia encontrarem objetos que foram levados da casa da vítima. Durante o depoimento, segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e a motivação.
O crime chocou os familiares, vizinhos e os funcionários do Centro Municipal Infantil em que a vítima trabalhava. Na época, ele dava aulas para crianças no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Cantinho da Alegria, no setor Santa Bárbara.
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Fonte: G1 Tocantins
