Segundo a polícia, 44 mil manifestantes se reuniram neste sábado no centro de Viena, após vários finais de semana de atos antivacina. Eles também criticam ordem de confinamento para quem recusa a imunização. Milhares de manifestantes se reuniram neste sábado (11) no centro de Viena, na Áustria, após vários finais de semana de protestos no país contra a vacinação anti-Covid obrigatória. Eles também criticaram a ordem de confinamento para quem recusa a imunização.
Compartilhe esta notícia no WhatsApp
Compartilhe esta notícia no Telegram
Segundo as estimativas da polícia, cerca de 44 mil pessoas compareceram. Na capital austríaca estava previsto um total de 24 manifestações diferentes. O partido de extrema direita FPÖ organizou uma “megamanifestação” perto do Palácio de Hofburg.
Alguns dos cartazes erguidos pelos manifestantes diziam: “Uma vergonha para o nosso país”; “Não sou um neonazista nem um ‘hooligan’, luto pela liberdade e contra as vacinas”; e “Não ao fascismo das vacinas”.
LEIA TAMBÉM:
No fim de novembro, Áustria entrou no 4º lockdown
Austríaco morreu depois de ter ido a uma festa na Itália para pegar Covid de propósito
Há uma semana, mais de 40 mil pessoas se manifestaram em Viena. Também houve um grande ato em 20 de novembro, pouco depois do anúncio de um plano de vacinação obrigatória para lutar contra a pandemia.
O governo destacou nesta semana que a medida será aplicada a partir de fevereiro para todos os residentes austríacos maiores de 14 anos (exceto os que estiverem isentos por motivos de saúde).
A vacinação não pode ser imposta pela força, segundo a medida, mas a rejeição em se vacinar terá consequências legais, com uma multa inicial de 600 euros (US$ 680). Caso não seja paga, ela pode chegar a 3,6 mil euros (cerca de US$ 4 mil).
O confinamento dos vacinados termina neste domingo (12), mas os não vacinados continuam proibidos de sair.
VÍDEOS: os mais vistos da semana no g1
Compartilhe esta notícia no WhatsApp
Compartilhe esta notícia no Telegram
Segundo as estimativas da polícia, cerca de 44 mil pessoas compareceram. Na capital austríaca estava previsto um total de 24 manifestações diferentes. O partido de extrema direita FPÖ organizou uma “megamanifestação” perto do Palácio de Hofburg.
Alguns dos cartazes erguidos pelos manifestantes diziam: “Uma vergonha para o nosso país”; “Não sou um neonazista nem um ‘hooligan’, luto pela liberdade e contra as vacinas”; e “Não ao fascismo das vacinas”.
LEIA TAMBÉM:
No fim de novembro, Áustria entrou no 4º lockdown
Austríaco morreu depois de ter ido a uma festa na Itália para pegar Covid de propósito
Há uma semana, mais de 40 mil pessoas se manifestaram em Viena. Também houve um grande ato em 20 de novembro, pouco depois do anúncio de um plano de vacinação obrigatória para lutar contra a pandemia.
O governo destacou nesta semana que a medida será aplicada a partir de fevereiro para todos os residentes austríacos maiores de 14 anos (exceto os que estiverem isentos por motivos de saúde).
A vacinação não pode ser imposta pela força, segundo a medida, mas a rejeição em se vacinar terá consequências legais, com uma multa inicial de 600 euros (US$ 680). Caso não seja paga, ela pode chegar a 3,6 mil euros (cerca de US$ 4 mil).
O confinamento dos vacinados termina neste domingo (12), mas os não vacinados continuam proibidos de sair.
VÍDEOS: os mais vistos da semana no g1
Fonte: G1 Mundo