Condenado à prisão perpétua por matar a melhor amiga, magnata é acusado pela morte da esposa

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Robert Durst foi condenado na semana passada pela morte de Susan Berman, em 2000, após confessar o crime enquanto falava sozinho e sem perceber que microfone ainda estava ligado. Robert Durst em corte ao ser sentenciado à prisão perpétua, em Los Angeles, Califórnia, na quinta-feira (14)
Myung J. Chun/Pool via Reuters
Robert Durst, magnata do mercado imobiliário dos Estados Unidos, foi acusado no subúrbio de Nova York pela morte de Kathie Durst, sua esposa que desapareceu em 1982, confirmaram autoridades americanas nesta sexta-feira (22).
A polícia entrou com uma queixa criminal na terça-feira (19) contra Durst em um tribunal em Lewisboro, Nova York, acusando-o de assassinato em segundo grau.
O gabinete do procurador do distrito de Westchester County afirmou em um comunicado que “pode confirmar que uma queixa acusando Robert Durst pelo assassinato de Kathleen Durst foi apresentada no Tribunal Municipal de Lewisboro em 19 de outubro de 2021”. “Não temos mais comentários neste momento”.
Robert Durst foi condenado no dia 14 à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, em um tribunal de Los Angeles, na Califórnia, pelo assassinato de sua melhor amiga, Susan Berman.
O bilionário, americano, que foi tema do documentário “The Jinx”, sempre negou ter atirado na nuca da escritora em 2000, na casa dela em Beverly Hills, para impedi-la de ir à polícia e testemunhar sobre o desaparecimento da esposa do magnata, Kathleen Durst.
Ele nunca tinha sido acusado pela morte da esposa, mas foi preso em 2015 pelo assassinato de Berman, horas depois que o último episódio do documentário “The Jinx: A Vida e as Mortes de Robert Durst” foi ao ar.
Na conclusão do documentário, Durst murmura: “Pronto, te pegaram” e “Matar todos, claro”, aparentemente sem perceber que um microfone de lapela continuava ligado enquanto ele fazia uma pausa na gravação para ir ao banheiro.

Fonte: G1 Mundo