Problema ocorre dias após o jornal ‘Financial Times’ revelar que a China testou em agosto um míssil hipersônico com capacidade nuclear que circulou o planeta Terra. O programa de armas hipersônicas dos Estados Unidos sofreu um revés na quinta-feira (21), após um teste com um foguete de uma arma hipersônica falhar.
O teste tinha como objetivo validar aspectos de um dos veículos planadores hipersônicos que está em desenvolvimento pelo Pentágono, segundo a agência de notícias Reuters.
O problema ocorre dias após o jornal “Financial Times” revelar que a China testou um míssil hipersônico com capacidade nuclear que circulou o planeta Terra (veja mais abaixo).
O teste chinês ocorreu em agosto e havia sido mantido em segredo. Após a revelação do jornal, o presidente americano, Joe Biden, disse “sim” ao ser questionado se estava preocupado com a notícia.
Além de EUA e China, a Rússia também trabalha no desenvolvimento da tecnologia hipersônica — considerada a próxima geração de armas.
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Difíceis de serem rastreadas, as armas hipersônicas são lançadas por um foguete ao espaço (como as naves usadas em missões espaciais, por exemplo).
Depois, as armas hipersônicas voam com o próprio impulso a cinco vezes a velocidade do som (a cerca de 6,2 mil km/h ou 340 m/s). Elas orbitam a Terra e podem ser desviadas da rota inicial.
Teste chinês
Segundo o “Financial Times”, o planador hipersônico chinês estava armado com uma ogiva nuclear e foi lançado por um foguete do tipo Long Marche.
O míssil circulou o planeta em órbita baixa antes de descer em direção a um alvo, mas errou a meta em cerca de 38 km. Mesmo assim, o teste surpreendeu autoridades americanas.
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
O teste tinha como objetivo validar aspectos de um dos veículos planadores hipersônicos que está em desenvolvimento pelo Pentágono, segundo a agência de notícias Reuters.
O problema ocorre dias após o jornal “Financial Times” revelar que a China testou um míssil hipersônico com capacidade nuclear que circulou o planeta Terra (veja mais abaixo).
O teste chinês ocorreu em agosto e havia sido mantido em segredo. Após a revelação do jornal, o presidente americano, Joe Biden, disse “sim” ao ser questionado se estava preocupado com a notícia.
Além de EUA e China, a Rússia também trabalha no desenvolvimento da tecnologia hipersônica — considerada a próxima geração de armas.
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Difíceis de serem rastreadas, as armas hipersônicas são lançadas por um foguete ao espaço (como as naves usadas em missões espaciais, por exemplo).
Depois, as armas hipersônicas voam com o próprio impulso a cinco vezes a velocidade do som (a cerca de 6,2 mil km/h ou 340 m/s). Elas orbitam a Terra e podem ser desviadas da rota inicial.
Teste chinês
Segundo o “Financial Times”, o planador hipersônico chinês estava armado com uma ogiva nuclear e foi lançado por um foguete do tipo Long Marche.
O míssil circulou o planeta em órbita baixa antes de descer em direção a um alvo, mas errou a meta em cerca de 38 km. Mesmo assim, o teste surpreendeu autoridades americanas.
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Fonte: G1 Mundo