Medida vale para todos os países, inclusive o Brasil. País manterá a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque. Os Estados Unidos vão suspender todas as restrições de viagens internacionais, a partir de 8 novembro, para adultos estrangeiros que estiverem totalmente vacinados contra a Covid-19, anunciou o governo do presidente Joe Biden nesta sexta-feira (15).
A medida vale para todos os países, inclusive o Brasil, e substitui o atual sistema, que restringe o voo de estrangeiros de determinados países e impõe outras restrições, como quarentenas obrigatórias.
A Casa Branca havia informado que a medida entraria em vigor “a partir do início de novembro”, sem especificar a data exata – que agora foi divulgada.
Todas as vacinas disponíveis nos EUA e as aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) serão aceitas (veja mais abaixo).
EUA suspenderão restrições à entrada de estrangeiros vacinados contra Covid em novembro
Segundo o comunicado, os estrangeiros que viajarem aos EUA deverão estar totalmente imunizados e apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar.
Além disso, o país vai manter a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque.
Vacinas aprovadas nos EUA
Atualmente, o CDC considera “totalmente vacinado” contra a Covid-19 quem tomou os imunizantes aprovados para uso emergencial no país: da Pfizer, da Moderna e da Janssen (vacina em dose única da Johnson& Johnson).
2 semanas após a segunda dose das vacinas da Pfizer e da Moderna
2 semanas após a dose única da vacina da Janssen
O site do CDC sobre viagens internacionais faz uma ressalva e diz que “a orientação também pode ser aplicada a vacinas contra a Covid-19 que foram listadas para uso emergencial pela Organização Mundial de Saúde (por exemplo, a vacina de Oxford/AstraZeneca)”.
Entre os imunizantes aprovados pela OMS está a CoronaVac, vacina da fabricante chinesa Sinovac que no Brasil é produzida e distribuída em parceria com o Instituto Butantan.
As vacinas autorizadas pela OMS até o momento são as seguintes:
Pfizer/BioNTech
Moderna
Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz
Janssen (Johnson & Johnson)
SinoPharm
CoronaVac — produzida no Brasil pelo Instituto Butantan
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A Casa Branca havia informado que a medida entraria em vigor “a partir do início de novembro”, sem especificar a data exata – que agora foi divulgada.
Todas as vacinas disponíveis nos EUA e as aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) serão aceitas (veja mais abaixo).
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Segundo o comunicado, os estrangeiros que viajarem aos EUA deverão estar totalmente imunizados e apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar.
Além disso, o país vai manter a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque.
Vacinas aprovadas nos EUA
Atualmente, o CDC considera “totalmente vacinado” contra a Covid-19 quem tomou os imunizantes aprovados para uso emergencial no país: da Pfizer, da Moderna e da Janssen (vacina em dose única da Johnson& Johnson).
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O site do CDC sobre viagens internacionais faz uma ressalva e diz que “a orientação também pode ser aplicada a vacinas contra a Covid-19 que foram listadas para uso emergencial pela Organização Mundial de Saúde (por exemplo, a vacina de Oxford/AstraZeneca)”.
Entre os imunizantes aprovados pela OMS está a CoronaVac, vacina da fabricante chinesa Sinovac que no Brasil é produzida e distribuída em parceria com o Instituto Butantan.
As vacinas autorizadas pela OMS até o momento são as seguintes:
Pfizer/BioNTech
Moderna
Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz
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Fonte: G1 Mundo